Vou viajar em breve. Ainda dá tempo de fazer procedimentos para dor?

Em muitos casos, sim, ainda dá tempo, desde que o procedimento seja bem indicado.

Dependendo da causa da dor, podemos lançar mão de infiltrações, bloqueios ou toxina botulínica, que ajudam a reduzir dor e inflamação, provocando alívio prolongado.

Esses procedimentos, quando são guiados por ultrassom, permitem visualizar exatamente o local tratado, aumentando a precisão, a segurança e a chance de bons resultados.

Mas cada caso precisa ser avaliado individualmente.

Nem toda dor pede procedimento, e a indicação certa faz toda a diferença. Além disso, é indicado fazer com alguns dias antes da viagem, para garantir que você vá viajar sem nenhum desconforto.

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Acordar com dor. Dormir com dor. E ninguém entender como isso desgasta.

Tentar de tudo: remédios, fisioterapia, profissionais renomados, repouso e atividade… e nada trazer alívio.

Você convive com dor há tanto tempo que ela virou parte do seu dia a dia?

Já atendi tantos pacientes com esta mesma queixa! Que sentem dor há anos e seguem ouvindo que este é o normal.

Que é pra acostumar. “Todo mundo com dor crônica sente isso”.

Mas eu, como médica fisiatra, questiono: será que precisa mesmo ser assim?

Existem abordagens diferentes para cuidar da dor.

Através da escuta, exame físico, tecnologia e técnica, é possível montar um plano de tratamento que não apenas acolha quem sente dor, mas que ajude a alcançar objetivos claros, bem definidos em consultório.

Não é que você está exagerando. Você não foi escutado da forma certa ainda.

Só entende a dor, quem sente.

Toda dor merece ser ouvida e tratada com acolhimento e técnica.

Envie para a pessoa que precisa ler isso.

E se aquela dor chata for só a ponta do iceberg?

Sabe aquela dor que sempre aparece no mesmo lugar?

Que vem e vai, às vezes some por semanas, mas sempre volta.

Você pode pensar: deve ser da postura, da idade, estresse, ou devo ter feito algo errado no treino.

Mas e se for o seu corpo tentando chamar sua atenção para algo mais sério?

Muitas pessoas se acostumam a sentir dor e só procuram ajuda quando ela limita as atividades da rotina.

Mas, na minha experiência médica, muitas vezes uma dor sutil pode significar o corpo chamando a atenção para algo mais profundo.

Na fisiatria, a dor é um sinal que aprendemos a escutar e, com isso, entender o que ela quer dizer sobre o estilo de vida e saúde do paciente.

Você conhece seu corpo melhor que ninguém.

Mas, se tem dor aí, talvez ele esteja pedindo por mais cuidado e atenção.

Toda dor é um sinal que aprendemos a escutar.

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Quais são os sinais que sua dor de cabeça está virando enxaqueca?

Sintomas da enxaqueca:

  • náusea
  • vômitos
  • sensibilidade à luz, ao som ou a cheiros
  • dor que piora quando o paciente se movimenta
  • aura visual

Então, se a sua dor de cabeça constante não vem acompanhada desses sintomas, pode ficar mais tranquilo: provavelmente não é enxaqueca.

Agora, se a dor está te incomodando bastante, vale à pena prestar atenção em alguns hábitos: será que  você está bebendo água o suficiente? Dormindo bem? Tomando suas vitaminas? Seu exame de vista está em dia?

E, claro, nada de se automedicar! Evite tomar analgésicos por conta própria sem orientação médica.

Se você percebeu algum desses sintomas, não deixe para depois: marque uma consulta com seu médico para uma avaliação adequada.

 

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Por que tratar dor com fisiatra?

Você sabia que existe uma residência médica dedicada a elaborar e acompanhar todo o plano de tratamento de dor e reabilitação do paciente?

Esta especialidade é a fisiatria.

Para isso, informações pouco usuais como: saber sobre a rotina do paciente, se sua casa possui escada, se gosta de ir à praia, qual a sua relação com o ambiente de trabalho, entre outras, são alguns exemplos de informações valiosas para o trabalho do fisiatra.

Isso por que o fisiatra avalia a pessoa COMO UM TODO, já que vários aspectos influenciam na sensação de dor, funcionalidade e qualidade de vida do paciente.

É nosso papel tentar entender as “pecinhas”do quebra-cabeça daquela pessoa que podem estar contribuindo para o quadro, e elaborar um plano de tratamento que melhore a dor e a função.

Para mais informações e agendamento, entre em contato.