jul 27, 2022 | AVC, Fisiatria |
Depende.
Os riscos de um AVC são divididos em duas categorias: riscos modificáveis e riscos não modificáveis (como a genética).
Podemos reduzir os riscos de um novo AVC através dessas atitudes “modificáveis”.
Como?
- Controle: pressão arterial, colesterol e diabetes.
- Evite: fumar, álcool, drogas e alimentos ricos em sal, açúcares e gorduras.
jul 25, 2022 | Dor Crônica, Emoções do paciente, Estudos, Fisiatria |
O estudo “Terapia do Humor: Aliviando a Dor Crônica e Aumentando a Felicidade para os Idosos”, mostrou que o humor pode ajudar a diminuir a sensação de dor.
Como foi o estudo?
Pesquisadores fizeram um estudo experimental com dois grupos de idosos que sofriam com dor crônica há mais de 3 meses, em uma casa de repouso.
Grupo 1 – Participou do programa “Terapia do Humor”.
Grupo 2 – Não participou (grupo de controle).
Como era o programa?
1 hora por semana, durante 8 semanas.
Os participantes faziam trabalhos com estímulos, como: livros e fotos engraçadas, piadas do dia, áudios e vídeos engraçados, desenhos animados, notícias engraçadas, reflexões…
Além disso, eram estimulados a priorizar o humor em suas vidas cotidianas, rindo e compartilhando as histórias engraçadas que vivenciara.
Depois do programa de terapia do riso:
Grupo 1 – Diminuição da dor e da percepção da solidão. Aumento significativo na felicidade e satisfação com a vida.
Grupo 2 – Não houve alterações significativas.
O que isso significa?
Rir, se divertir, assistir comédias, buscar o humor, pode ajudar como forma complementar no tratamento.
O estudo afirma que a “Terapia do Humor é uma intervenção não farmacológica eficaz!”.
Médicos e outros profissionais de saúde podem incorporar o humor, o riso e a alegria no cuidado com seus pacientes.
jul 22, 2022 | Fibromialgia, Fisiatria |
Uma crise de fibromialgia é um período de agravamento dos sintomas. A pessoa pode sentir:
- Dor intensa
- Fadiga intensa (cansaço)
- Dificuldades de concentração
- Problemas de memória
- Distúrbios intestinais
- Insônia
Esses períodos podem durar dias ou meses, e a pessoa pode sentir muita dificuldade em realizar tarefas do dia a dia.
Cada atividade demanda muita mais energia para uma pessoa em crise de fibromialgia do que para uma pessoa comum.
Quando a crise chegar, tente focar em lidar com ela da forma mais leve possível. Ou seja, acolha-se, respeite seu ritmo, não caia na cilada de se culpar!
Tratar-se com carinho e respeitar os limites do seu corpo são dicas fundamentais.
Movimente-se!
Muita gente acha que em uma crise de dor o ideal é ficar totalmente parado, mas isso traz o efeito contrário.
Atividades físicas leves ajudam a aliviar os sintomas a longo prazo. O ideal é conversar com seu médico para, juntos, decidirem a melhor opção para você.
Contar com a compreensão da rede de apoio, familiares e colegas de trabalho.
É essencial que as pessoas que convivem com o paciente de fibromialgia tenham consciência que esses períodos vão acontecer e que precisam ser acolhidos.
jul 18, 2022 | AVC, Dor Crônica |
Já ouviu falar de dor crônica após AVC?
Alguns estudos apontam que 50% dos pacientes de AVC podem sofrer com síndromes dolorosas pós-AVC.
Porém, nem sempre essa dor tem a devida atenção: um estudo mostrou que 2/3 dos pacientes com dor central pós AVC tiveram tratamento inadequado da dor ou não foi prescrito nenhum tratamento.
E isso é muito sério!
A dor crônica após AVC é um preditor de suicídio. Ou seja, é urgente que os profissionais de saúde investiguem a fundo as dores dos pacientes que sofreram AVC.
Síndromes de dor pós-AVC mais comuns:
- Dor central pós-AVC
- Síndrome dolorosa complexa regional
- Dor musculoesquelética, incluindo subluxação do ombro
- Dor relacionada à espasticidade
- Dor de cabeça pós-AVC
Fatores de risco para dor pós-AVC:
- Risco aumenta com a idade do acidente vascular cerebral
- Aumento do tônus muscular
- Redução de movimentos das extremidades
- Déficits sensoriais (alteração na sensação de tato, dor, temperatura…)
- O AVC isquêmico é mais frequentemente associado à dor do acidente vascular cerebral hemorrágico
Desafios na identificação da dor pós-AVC:
O principal desafio é a dificuldade do paciente em relatar a dor.
Embora existam várias escalas de classificação para a dor, nenhuma é específica para a avaliação da dor pós-AVC.
Portanto, cabe co médico aplicar as técnicas que considerar mais adequadas para identificar a dor em cada paciente, nunca subestimando a potencial dor após AVC que pode estar acontecendo.
Há muito o que enfrentar, mas você não está sozinho!
📌 Referências:
“Post Stroke Pain: Identification, Assessment and Therapy”. HARRISON, R.; FIELD, T.; 2015.
Para mais informações sobre atendimento, entre em contato.