mar 12, 2026 | Dor Crônica, Fisiatria |
Para responder a essa pergunta, primeiro vamos entender a diferença entre dor aguda e dor crônica.
A dor muscular aguda está relacionada a sobrecarga, esforço ou inflamação transitória e tende a melhorar conforme o tecido se recupera.
Já na dor crônica, o mecanismo é diferente. Ela pode persistir mesmo quando não há uma lesão muscular ativa.
Dor crônica é uma dor que persiste após 3 meses.
Mas, além do tempo, a diferença está em como o sistema nervoso passa a processar os estímulos dolorosos.
Em alguns casos, quando a dor muscular é mal controlada, o sistema nervoso pode se tornar mais sensível aos estímulos.
Isso de ser influenciado por inflamação persistente, não respeitar o repouso, qualidade do sono, estresse e experiências prévias de dor.
Por isso, uma dor muscular pode evoluir para dor crônica em determinadas situações, mas isso não é uma regra, e nem acontece de forma igual para todas as pessoas.
Compreender essas diferenças ajuda a orientar a abordagem mais adequada para cada paciente.
E lembre-se: seja aguda ou crônica, dor tem tratamento, e eu estou aqui para te auxiliar neste processo: entre em contato.
fev 23, 2026 | Dor Crônica, Dor lombar |
Dor que não passa não é normal.
Muita gente acha que dor nas costas faz parte da rotina adulta, que é normal da idade, do trabalho… mas não é. Dor é sinal que tem algo errado.
Quando a dor lombar é persistente, pode ser sobrecarga do músculo, alteração articular, inflamação ou até tensão acumulada.
E dor lombar não tem nada a ver com postura. Isso é um mito, não tem evidências científicas que comprovem essa relação.
É comum ver os pacientes com dor lombar sem tratamento, forçarem posições diferentes, movimentos, que podem sobrecarregar outras regiões, criando um ciclo que só piora o quadro.
Dor não é algo pra se acostumar, é um sinal do corpo de que há algo para ser investigado, ajustado e tratado.
Conte comigo para te auxiliar neste processo.
jul 4, 2025 | Dor Crônica, Emoções do paciente, Empatia |
Tentar de tudo: remédios, fisioterapia, profissionais renomados, repouso e atividade… e nada trazer alívio.
Você convive com dor há tanto tempo que ela virou parte do seu dia a dia?
Já atendi tantos pacientes com esta mesma queixa! Que sentem dor há anos e seguem ouvindo que este é o normal.
Que é pra acostumar. “Todo mundo com dor crônica sente isso”.
Mas eu, como médica fisiatra, questiono: será que precisa mesmo ser assim?
Existem abordagens diferentes para cuidar da dor.
Através da escuta, exame físico, tecnologia e técnica, é possível montar um plano de tratamento que não apenas acolha quem sente dor, mas que ajude a alcançar objetivos claros, bem definidos em consultório.
Não é que você está exagerando. Você não foi escutado da forma certa ainda.
Só entende a dor, quem sente.
Toda dor merece ser ouvida e tratada com acolhimento e técnica.
Envie para a pessoa que precisa ler isso.
jul 1, 2025 | Dor Crônica, Fisiatria |
Sabe aquela dor que sempre aparece no mesmo lugar?
Que vem e vai, às vezes some por semanas, mas sempre volta.
Você pode pensar: deve ser da postura, da idade, estresse, ou devo ter feito algo errado no treino.
Mas e se for o seu corpo tentando chamar sua atenção para algo mais sério?
Muitas pessoas se acostumam a sentir dor e só procuram ajuda quando ela limita as atividades da rotina.
Mas, na minha experiência médica, muitas vezes uma dor sutil pode significar o corpo chamando a atenção para algo mais profundo.
Na fisiatria, a dor é um sinal que aprendemos a escutar e, com isso, entender o que ela quer dizer sobre o estilo de vida e saúde do paciente.
Você conhece seu corpo melhor que ninguém.
Mas, se tem dor aí, talvez ele esteja pedindo por mais cuidado e atenção.
Toda dor é um sinal que aprendemos a escutar.
Para mais informações sobre atendimento, entre em contato.