Dor muscular frequente pode virar dor crônica?

Para responder a essa pergunta, primeiro vamos entender a diferença entre dor aguda e dor crônica.

A dor muscular aguda está relacionada a sobrecarga, esforço ou inflamação transitória e tende a melhorar conforme o tecido se recupera.

Já na dor crônica, o mecanismo é diferente. Ela pode persistir mesmo quando não há uma lesão muscular ativa.

Dor crônica é uma dor que persiste após 3 meses.

Mas, além do tempo, a diferença está em como o sistema nervoso passa a processar os estímulos dolorosos.

Em alguns casos, quando a dor muscular é mal controlada, o sistema nervoso pode se tornar mais sensível aos estímulos.

Isso de ser influenciado por inflamação persistente, não respeitar o repouso, qualidade do sono, estresse e experiências prévias de dor.

Por isso, uma dor muscular pode evoluir para dor crônica em determinadas situações, mas isso não é uma regra, e nem acontece de forma igual para todas as pessoas.

Compreender essas diferenças ajuda a orientar a abordagem mais adequada para cada paciente.

E lembre-se: seja aguda ou crônica, dor tem tratamento, e eu estou aqui para te auxiliar neste processo: entre em contato.



“Sinto uma dor lombar que não passa. É normal? Pode ser postura?”

Dor que não passa não é normal.

Muita gente acha que dor nas costas faz parte da rotina adulta, que é normal da idade, do trabalho… mas não é. Dor é sinal que tem algo errado. 

Quando a dor lombar é persistente, pode ser sobrecarga do músculo, alteração articular, inflamação ou até tensão acumulada.

E dor lombar não tem nada a ver com postura. Isso é um mito, não tem evidências científicas que comprovem essa relação. 

É comum ver os pacientes com dor lombar sem tratamento, forçarem posições diferentes, movimentos, que podem sobrecarregar outras regiões, criando um ciclo que só piora o quadro.

Dor não é algo pra se acostumar, é um sinal do corpo de que há algo para ser investigado, ajustado e tratado. 

Conte comigo para te auxiliar neste processo. 

Acordar com dor. Dormir com dor. E ninguém entender como isso desgasta.

Tentar de tudo: remédios, fisioterapia, profissionais renomados, repouso e atividade… e nada trazer alívio.

Você convive com dor há tanto tempo que ela virou parte do seu dia a dia?

Já atendi tantos pacientes com esta mesma queixa! Que sentem dor há anos e seguem ouvindo que este é o normal.

Que é pra acostumar. “Todo mundo com dor crônica sente isso”.

Mas eu, como médica fisiatra, questiono: será que precisa mesmo ser assim?

Existem abordagens diferentes para cuidar da dor.

Através da escuta, exame físico, tecnologia e técnica, é possível montar um plano de tratamento que não apenas acolha quem sente dor, mas que ajude a alcançar objetivos claros, bem definidos em consultório.

Não é que você está exagerando. Você não foi escutado da forma certa ainda.

Só entende a dor, quem sente.

Toda dor merece ser ouvida e tratada com acolhimento e técnica.

Envie para a pessoa que precisa ler isso.

E se aquela dor chata for só a ponta do iceberg?

Sabe aquela dor que sempre aparece no mesmo lugar?

Que vem e vai, às vezes some por semanas, mas sempre volta.

Você pode pensar: deve ser da postura, da idade, estresse, ou devo ter feito algo errado no treino.

Mas e se for o seu corpo tentando chamar sua atenção para algo mais sério?

Muitas pessoas se acostumam a sentir dor e só procuram ajuda quando ela limita as atividades da rotina.

Mas, na minha experiência médica, muitas vezes uma dor sutil pode significar o corpo chamando a atenção para algo mais profundo.

Na fisiatria, a dor é um sinal que aprendemos a escutar e, com isso, entender o que ela quer dizer sobre o estilo de vida e saúde do paciente.

Você conhece seu corpo melhor que ninguém.

Mas, se tem dor aí, talvez ele esteja pedindo por mais cuidado e atenção.

Toda dor é um sinal que aprendemos a escutar.

Para mais informações sobre atendimento, entre em contato.