jun 22, 2026 | Toxina botulínica |
Não. A duração do efeito pode variar, mas costuma durar uns 4 meses.
O tempo vai variar de acordo com a condição que foi tratada, a dose que foi usada e a resposta do organismo do paciente. Por isso, não existe uma regra que sirva para todo mundo.
E uma coisa importante: um tratamento a longo prazo não é baseado em ir “renovando as aplicações do procedimento”.
Ele é baseado na sua evolução clínica. O nosso objetivo é reduzir a sua dor e te ajudar a viver com o máximo de autonomia e movimento.
E a toxina botulínica pode ser uma ferramenta incrível para ajudar a alcançar esses objetivos.
Quer saber se esse tratamento pode fazer sentido para você? Agende uma consulta, entre em contato.
jun 18, 2026 | Dor Crônica, Toxina botulínica |
A resposta é não, toxina botulínica não é indicada para todos os tipos de dor.
E o motivo é simples: existem situações em que ela pode trazer benefícios importantes, mas também existem casos em que outras abordagens fazem mais sentido.
Por isso, copiar o tratamento de outra pessoa raramente é uma boa ideia.
Antes de indicar qualquer procedimento, faço uma avaliação aprofundada para entender as características e a origem daquela dor, para enfim, definir a melhor estratégia para cada paciente.
E lembre-se: o tratamento certo começa com um diagnóstico correto.
Se você tem dúvidas sobre o seu caso, converse com um médico especializado em dor e descubra quais são as melhores opções para você.
ago 30, 2023 | Dor Crônica, Fisiatria |
Essa pergunta é mais comum do que se imagina em um consultório de especialista em dor crônica.
O paciente de dor geralmente já tentou de tudo, de remédio de farmácia a técnicas holísticas para diminuir a sensação de dor.
E, muitas vezes, este paciente traz a história de um amigo que experimentou o remédio X ou a terapia Y, teve ótimos resultados, mas para ele não fazem nem cosquinhas.
Por que isso acontece?
Primeiro, porque a dor é multifatorial. Ou seja, não é apenas um fator que determina a dor, mas um conjunto de coisas.
Então, naturalmente, cada quadro de dor conta com um “quebra-cabeça” único, com fatores únicos que influenciam na percepção da dor daquele paciente.
Além disso, a percepção de dor é uma interpretação do cérebro para determinado estímulo. Funciona assim:
O cérebro recebe um estímulo e interpreta como dor, ou coceira, ou prazer, ou cócegas… Essas sensações são frutos de uma interpretação do cérebro.
Em alguns quadros de dor, essa interpretação está disfuncional. É o caso, por exemplo, de doenças como a neuralgia do trigêmeo, em que o simples bater do vento no rosto do paciente pode ser interpretado como dor.
Por isso que um mesmo remédio pode não funcionar para duas pessoas com a mesma dor. Por que trabalhamos com interpretações do cérebro sobre estímulos e isso varia de caso para caso.
No tratamento, trabalhamos de forma personalizada, atendendo cada caso em sua individualidade, contemplando as diferentes áreas da vida que são acometidas pela dor (e que potencializam esta mesma dor).
Viver com mais qualidade de vida e menos dor é possível!
maio 23, 2023 | Dor Crônica, Fisiatria |
Ao tomar um remédio (ou qualquer outra droga) pela primeira vez, determinado efeito é provocado no seu corpo.
Mas, depois de usar várias vezes a mesma droga, seu organismo pode desenvolver tolerância ao medicamento.
E isso significa que será necessária uma dose maior para produzir o mesmo efeito inicial. E nem sempre é possível atingi-lo.
Por isso, para tratar a dor crônica é fundamental o acompanhamento com médico, para manejo dos remédios e das ações terapêuticas que controlam a dor.