5 fatos sobre a reabilitação pós AVC

  1. Quanto mais cedo começa a reabilitação, melhores são os resultados.
  2. O cérebro tem capacidade de responder, mas precisa do estímulo correto e repetição.
  3. Dor mal controlada atrapalha a evolução.
  4. Não subestime o repouso indicado pelo médico. Nem o movimento.
  5. A reabilitação não é só física. Envolve autonomia, confiança e qualidade de vida.

Cada AVC é único, não existe protocolo padrão para todos.

Reabilitação não é voltar ao que era antes. É construir um novo caminho possível.

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5 coisas que quem está em reabilitação NÃO deve fazer

  1. ignorar dor persistente achando que é normal.
  2. copiar exercícios e indicações da internet ou de outras pessoas.
  3. pular etapas por ansiedade de melhorar logo.
  4. não ter um plano de tratamento feito por um médico especialista. O fisiatra é o médico especializado em reabilitação e dor, criando um plano multidisciplinar que olha o paciente como um todo, incluindo o seu estilo de vida, rede de apoio, procedimentos e estratégias terapêuticas.
  5. comparar a realidade atual, em reabilitação, com a realidade de antes. O fator emocional pode ser um aliado ou um sabotador do processo. Jogue do seu próprio lado. 

Reabilitação precisa de estratégia, acompanhamento e paciência. Pular etapas pode custar mais tempo e energia depois.

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Por que tratar dor com fisiatra?

Você sabia que existe uma residência médica dedicada a elaborar e acompanhar todo o plano de tratamento de dor e reabilitação do paciente?

Esta especialidade é a fisiatria.

Para isso, informações pouco usuais como: saber sobre a rotina do paciente, se sua casa possui escada, se gosta de ir à praia, qual a sua relação com o ambiente de trabalho, entre outras, são alguns exemplos de informações valiosas para o trabalho do fisiatra.

Isso por que o fisiatra avalia a pessoa COMO UM TODO, já que vários aspectos influenciam na sensação de dor, funcionalidade e qualidade de vida do paciente.

É nosso papel tentar entender as “pecinhas”do quebra-cabeça daquela pessoa que podem estar contribuindo para o quadro, e elaborar um plano de tratamento que melhore a dor e a função.

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A importância da família durante a reabilitação

Reabilitação neurológica é um trabalho em equipe: paciente, médico, profissionais do plano de tratamento, e sim, a família.

A família tem papel fundamental na reabilitação. Ela pode interferir positivamente ou negativamente na saúde do paciente e, portanto, toda a família precisa de cuidados neste processo.

Seguem algumas dicas práticas:

Leve a sério o plano de tratamento que o fisiatra prescreveu. Se o médico indicou atividades para o paciente fazer em casa com o seu auxílio, faça, coloque em prática. Isso ajuda muito no tratamento e na motivação do paciente.

Autonomia do paciente

Incentive a autonomia do paciente. Não faça coisas que ele consegue fazer sozinho, mesmo que demore mais tempo. O objetivo é que ele tenha o máximo de autonomia possível.

Evite brigas

Evite brigas e discussões próximas ao paciente em reabilitação. Não leve problemas para ele. Pense que ele precisa focar em se recuperar e isso demanda muita energia. Fale de coisas boas, alegres, positivas sempre que possível.

Orientações

Siga as orientações dos profissionais envolvidos na reabilitação, e se tiver dúvidas pergunte para eles.

Saúde emocional

Cuide da sua saúde emocional. É natural o cuidador ter sentimentos de insegurança, tristeza e impaciência durante os cuidados. Somos todos humanos. Crie o hábito de se observar e procure ajuda quando necessário. A terapia ajuda muito nesse processo.

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Toxina botulínica na reabilitação neurológica

Sabia que a toxina botulínica tem um papel muito importante na reabilitação neurológica?

Especialmente para pacientes com distúrbios de movimento, como espasticidade e distonia.

Os sintomas desses distúrbios podem ir desde leves contrações até deformidades severas que impactam a mobilidade e qualidade de vida.

A toxina botulínica bloqueia a atividade motora de forma seletiva, reduzindo a dor e a espasticidade.

o método é considerado pouco invasivo, já que ela é aplicada diretamente no músculo.

O uso da toxina botulínica está no Rol da ANS e deve estar associado a uma reabilitação multidisciplinar.

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